Dermage, a marca de dermocosméticos que nasceu da venda de um Fusca

Por Carlos Mânica, em 25 de junho de 2019

Lisabeth Braun trabalhava em um hospital público no Rio de Janeiro. Porém, ela começou a ficar desanimada quando notou que as pessoas continuavam a fazer as mesmas coisas, mesmo após 20 anos de formadas.

Foi quando ela viajou a Buenos Aires e conheceu uma farmácia de manipulação e a visão empreendedora da família se manifestou. Empolgada com as novas perspectivas e com apoio do marido, a farmacêutica bioquímica Lisabeth pediu demissão, vendeu seu fusca verde abacate e alugou uma pequena sala comercial, onde deu seus primeiros passos como empreendedora, junto com uma sócia.

Da pequena sala, o negócio foi crescendo e logo a farmácia teve que mudar para uma casa maior. Em seguida vieram outras três lojas. Tudo estava dando tão certo, que ela começou a sonhar cada vez mais alto. Depois de alguns anos, Lisa e sua sócia resolveram se separar para seguir com novos planos.

Em 1990, iniciou então uma nova jornada empreendedora para Lisa. A proposta era realmente começar tudo de novo, com uma empresa, um novo nome (Dermage) e logotipo. Ela fez questão inovar e fazer diferente, mas sempre seguindo os valores que sempre nortearam seu trabalho.

A partir daí surgiu a ideia de industrializar as fórmulas de sucesso e transformar a empresa em uma marca de dermocosmético, tornando-se o grande diferencial da Dermage, que logo foi reconhecido pela classe médica.

Trazendo novas perspectivas de crescimento e desenvolvimento, hoje a filha de Lisa, Ilana Braun, é CEO da marca. Com esse suporte essencial na gestão da empresa, Lisabeth pôde manter o foco na inovação e desenvolvimento de produtos, uma área estratégica para os planos futuros.

Com as mulheres como público-alvo e 90% da equipe de colaboradores da empresa composta por elas, a Dermage conta com mais de 300 itens, entre produtos para cabelo, rosto, corpo, maquiagem, spa e nutricosméticos.

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